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Dinheiro muito vivo

Eduardo Graeff, 11/03/10

EBC paga R$ 1,2 mi a jornalista pró-governo

O jornalista e empresário Luís Nassif mantém um contrato anual, fechado sem licitação, de R$ 1,28 milhão com a estatal EBC (Empresa Brasil de Comunicação), vinculada ao Palácio do Planalto e responsável pela TV Brasil.

A dispensa de licitação foi por notória especialização.

Nassif de fato é especialista notório em jornalismo de serviços.

E em bons negócios com o governo Lula. Além da EBC, tem em seu currículo o BNDES.

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Cala-boca

Eduardo Graeff, 10/03/10

No site de Cláudio Humberto:

Bancoop: governo ameaça o MP com ‘Lei Maluf’

O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), pediu uma reunião com o presidente do Conselho Nacional do Ministério Público para reclamar do promotor José Carlos Blat, que investiga a roubalheira do PT na Bancoop. Outro objetivo é “lembrar” que o governo Lula pode apoiar a “Lei Maluf”, projeto que prevê punição para promotor cuja denúncia não resulte em condenação dos acusados.

Mordaça
Cândido Vaccarezza, que anda falando muito mal do MP, disse a parlamentares que sabe como os promotores “temem a Lei Maluf”.

Nada mais do PT me surpreende nem choca.

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Balança adulterada

Eduardo Graeff, 10/03/10

Lula compara dissidente cubano e bandidos em São Paulo

- Eu penso que a greve de fome não pode ser utilizada como pretexto de direitos humanos para libertar pessoas. Imagina se todos os bandidos que estão presos em São Paulo entrarem em guerra de fome e pedirem liberdade - declarou. - Temos que respeitar a determinação da Justiça e do governo cubano, de deter as pessoas em função da legislação de Cuba, como quero que respeitem ao Brasil.

Dois pesos, duas medidas, notou Augusto Nunes:

Os privilégios, mesuras e gentilezas dispensados ao assassino italiano Cesare Battisti ou ao narcoterrorista colombiano “Padre” Medina atestam que, em homenagem à companheirada, Lula promove a perseguido político qualquer bandido comum. O tratamento cruel reservado aos oposicionistas encarcerados em Cuba, sobretudo aos que ousam protestar no interior das cadeias, comprova que, para atender a ditadores companheiros, o presidente brasileiro rebaixa a bandido comum qualquer perseguido político.

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Sociedade quem?

Eduardo Graeff, 09/03/10

PT diz que vai processar ‘Estado’, ‘Veja’ e promotor

Nem o PT nem a sociedade brasileira podem aceitar o baixo nível para o qual parte da mídia ameaça levar o embate político às vésperas de mais uma eleição presidencial.

José Eduardo Dutra não tem noção da diferença entre sociedade brasileira e ongueiros a soldo da Petrobras.

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Direitos iguais e especiais

Eduardo Graeff, 08/03/10

Não inventaram nada melhor que a mulher para cuidar das pessoas. Miguel Srougi traz dados impressionantes sobre isso.

Elas [mulheres] são responsáveis por cerca de 70% do trabalho que sustenta as famílias e são provedoras quase exclusivas da assistência aos vulneráveis, crianças, doentes e idosos. Representam também, nas nações mais pobres, o principal elo, muitas vezes solitário, de agregação das famílias. Ademais, estudos da OMS e do Banco Mundial mostraram que, nos países pobres, a taxa de escolaridade dos filhos aumenta em quase 50% quando a mãe, ao contrário do pai, tem educação básica. Comprovaram ainda que, quando os proventos familiares são gerenciados pelo pai, e não pela mãe, as despesas com a alimentação dos filhos aumenta 15 vezes, devido ao desperdício e aos gastos inúteis. Além disso, para cada ano a mais de instrução da mãe, a taxa de mortalidade infantil diminuiu nove mortes em cada mil nascimentos.

Dizer que por isso elas merecem direitos iguais me parece uma conclusão aquém da premissa.

Junto com os direitos iguais vêm obrigações iguais no mundo masculino do trabalho e do poder.

As mulheres que assumem essas obrigações, por opção ou necessidade, sabem como é difícil acumulá-las com as obrigações especiais de cuidadora da família.

Vemos várias formas diferentes de equilibrar esses direitos e obrigações neste mundo misturado (bonita lembrança de Guimarães Rosa no artigo de Srougi).

Dá para distribuir melhor as tarefas domésticas entre os casais.

Os velhos sadios podem dar uma boa mão para os jovens com filhos pequenos (eu pessoalmente gosto muito dessa alternativa).

Mas nada disso nos dispensa de pensar nos direitos especiais para as mulheres que querem dedicar mais tempo à família.

Licença-maternidade, salário-maternidade são bons mas paliativos para a mulher empregada.

Bolsa-Família pode dar mal-e-mal para a mulher pobre do interior alimentar a família sem passar o dia inteiro trabalhando fora.

É pouco para o muito que a mulher faz.

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Duofel toca Beatles

Eduardo Graeff, 07/03/10

Duofel toca Got to Get You Into My Life, de Lennon e McCartney.

Video: TV Estadão, 4/03/10.

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É bom lembrar

Eduardo Graeff, 07/03/10

...um fato soterrado debaixo da propaganda lulista-petista.

Bolsa-Família ainda fica aquém da Previdência Rural

Ao contrário do que o governo costuma divulgar, o Bolsa-Família, apesar de ser uma importante ferramenta de combate à pobreza, não é o maior e mais importante programa de distribuição de renda do País. Os programas de transferência de renda garantidos pela Constituição de 1988 - como a Previdência Rural e o Benefício de Prestação Continuada (BPC-Loas) - têm um impacto mais significativo na redução da pobreza. O terceiro em impacto social é o Bolsa-Família.

Quem trouxe ambos os programas do papel para a realidade foi o governo FHC.

O mesmo governo FHC, diga-se de passagem, criou o Bolsa-Escola - na época escarnecido por Lula e outros petistas como “esmola”, depois transformado na grande e praticamente única realização social do governo Lula, com o nome de Bolsa-Família.

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O escândalo-símbolo

Eduardo Graeff, 07/03/10

Reinaldo Azevedo destaca os fatos novos e recapitula os fatos velhos fundamentais do escândalo PT-Bancoop.

Bancoop - velho é o passado do PT!! Ou: uma história que está longe do fim

Eis a cereja [do bolo]: cooperativa, fundos de pensão, estatais… Perceberam como essas coisas se misturam num todo orgânico, e o conjunto, no fim das contas, obedece a um ente, a um cérebro, que é o partido? Não por acaso, Vaccari foi presidente do Sindicato dos Bancários, dirigente da CUT, presidente da Bancop e é agora o tesoureiro da campanha de Dilma Rousseff à Presidência.

Um todo orgânico também chamado organização criminosa na denúncia do procurador geral da República ao STF. Uma sociedade secreta, com suas hierarquias e códigos secretos, por dentro e por trás de um partido legal.

O fato básico, velho-novo, é que essa organização continua positiva e operante, à sombra de Lula, nas mãos operosas de figuras como José Dirceu, Ricardo Berzoini e João Vaccari.

Sem vergonha e sem medo.

Prontos para escalar, com Dilma Roussef, mais um degrau em suas pretensões de comando absoluto do Estado e hegemonia na sociedade brasileira.

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Grammy latino

Eduardo Graeff, 06/03/10

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Banda nova na praça. Ainda estão procurando um nome. Sugestões? (Publicáveis, por favor.)

Valeu, Augusto.

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Cenas de PT explícito

Eduardo Graeff, 06/03/10

A nota enfurecida que o PT lançou ontem faz todo sentido diante da matéria da Veja de hoje expondo o caminho do dinheiro da Bancoop ao caixa do PT.

É o PT velho de guerra abusando dos mesmos velhos hábitos:

- “expropriar” dinheiro alheio para a grande causa (sem prejuízo de fazer a alegria pessoal de alguns companheiros);

- anestesiar a consciência das bases carimbando de “golpista”, “direitista” quem expõe seus mal-feitos.

Nos velhos tempos, os camaradas de armas José Dirceu e Dilma Rousseff tinham pelo menos a desculpa de que os “expropriados” eram banqueiros e grandes empresários aliados da ditadura.

Hoje eles corrompem a democracia, têm relações carnais com empresários e banqueiros do peito e “expropriam” o dinheiro do povo.

Quem te viu, quem te vê, PT.

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Brasil, Texas

Eduardo Graeff, 06/03/10

Sabe o Portal Brasil? Aquele que custou R$ 11 milhões e engasgou na partida.

Pelo jeito não acharam nenhum provedor de hospedagem brasileiro à altura.

Hospedaram no Texas. Confira aqui:

http://www.maxmind.com/app/locate_ip?ips=www.brasil.gov.br

Ah, a falta que uma Telebrás não faz…

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Paiol da República

Eduardo Graeff, 05/03/10

Cláudia Safatle alerta:

Sem cerimônia, o Congresso cria despesas

A aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) 300, que determina a elaboração de uma lei para estabelecer piso salarial para os policiais civis e militares, inclusive bombeiros, ativos e aposentados, é apenas o fio da meada de uma longa lista de projetos que tramitam no Congresso, conseguem bons padrinhos políticos e têm um elemento em comum: criam despesas em valores desconhecidos sem qualquer previsão de receitas para financia-las.

Enquanto os consultores do mercado cotejam cenários de continuidade em 2011, a perna fiscal do tripé da estabilidade econômica está por um fio de ser dinamitada em 2010.

Talvez nas próximas semanas.

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O ônus do aborto ilegal

Eduardo Graeff, 04/03/10

Hillary Clinton ontem em São Paulo:

— As mulheres ricas têm esse direito em qualquer país e as mulheres pobres não têm. Em todos os países, a decisão é da população do próprio país, mas isso deve ser bem refletido porque tem a questão do número de filhos que as mulheres podem ter e sustentar, e há o ônus dos abortos ilegais na saúde pública.

Concordo com ela.

O aborto é um drama pessoal para qualquer mulher - ou homem, posso dizer - que tenha coração.

Mas o risco legal e de saúde é todo das mulheres pobres.

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Pegadinha na pipoca

Eduardo Graeff, 03/03/10

Abordado por “CQC”, Serra nega que irá pipocar da disputa à Presidência

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), sinalizou nesta quarta-feira que pretende disputar a Presidência da República nas eleições de outubro. Ao ser abordado no Congresso por integrantes do programa humorístico CQC, da TV Bandeirantes, Serra foi questionado se iria “pipocar” (desistir) da sucessão presidencial.

“Não, vou comer a pipoca”, respondeu o governador. Em seguida, Serra pegou parte da pipoca nas mãos da humorista do programa e entrou no carro para deixar a sede do Legislativo.

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Ausência justificada

Eduardo Graeff, 03/03/10

Lula, a ditadura petista e Tancredo Neves

Veneno Veludo lembra, bem lembrado, que Lula liderou o PT para fechar questão contra a candidatura de Tancredo e expulsou três deputados que votaram a favor.

Eles afinal não apareceram na homenagem a Tancredo no Senado.

Não que lhes falte cara de pau, Velvet.

É que eles estão em fase de re-radicalização para animar a militância esquerdista.

Querem a tropa cheia de gás nos próximos meses até a eleição.

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