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A novela dos caças

Eduardo Graeff, 04/01/12

Aldo Pereira, em artigo na Folha (para assinantes), dá um palpite interessante sobre a escolha do caça da Força Aérea Brasileira:

O Rafale é caríssimo. Além disso, ele foi projetado para guerras na Europa, onde a distância de Paris a Moscou é menor que a de São Paulo a Recife.

Não seria o caso de o Brasil combinar uma esquadrilha de Gripen NG, mais adequados ao policiamento de fronteiras e do espaço aéreo contra a guerrilha e o tráfico, com outra de Boeing F/A-18, para um xeque nos Sukhoi venezuelanos?

Para mim faz sentido. Se posso acrescentar o meu palpite nessa novela, desconfio que a chance do caça americano aumentou depois que a Força Aérea dos Estados Unidos escolheu o Super Tucano da Embraer.

E para a França, nada? Aldo diz que um dos problemões de Nicolas Sarkozy é que está cada vez mais difícil disfarçar a calvície. Como prêmio de consolação, se o Rafale gorar, algum xampu milagroso com ervas da Amazônia não ia mal… (Sim, eu posso tirar sarro dos carecas!)

Em tempo: a imprensa francesa expõe o envolvimento de Sarkozy num caso de corrupção sobre venda de armas em 1994, quando ele era ministro do Orçamento. Não é só a calvície que está difícil de esconder.

Ah, como eu gostaria de saber mais sobre as conversas entre Sarkozy e Lula sobre o negócio dos caças…

defesa · avião de caça, eua, frança, suécia
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