Balança adulterada
Lula compara dissidente cubano e bandidos em São Paulo
- Eu penso que a greve de fome não pode ser utilizada como pretexto de direitos humanos para libertar pessoas. Imagina se todos os bandidos que estão presos em São Paulo entrarem em guerra de fome e pedirem liberdade - declarou. - Temos que respeitar a determinação da Justiça e do governo cubano, de deter as pessoas em função da legislação de Cuba, como quero que respeitem ao Brasil.
Dois pesos, duas medidas, notou Augusto Nunes:
Os privilégios, mesuras e gentilezas dispensados ao assassino italiano Cesare Battisti ou ao narcoterrorista colombiano “Padre” Medina atestam que, em homenagem à companheirada, Lula promove a perseguido político qualquer bandido comum. O tratamento cruel reservado aos oposicionistas encarcerados em Cuba, sobretudo aos que ousam protestar no interior das cadeias, comprova que, para atender a ditadores companheiros, o presidente brasileiro rebaixa a bandido comum qualquer perseguido político.

Engraçado. Ele respeita a legislação de Cuba, que é uma tirania declarada, mas suspeita da legislação italiana, que é uma democracia respeitável. Vai entender…
acho que Lula fala de babdidagem com muita propriedade, embora faça confusões, como é de seu feitio.