Custo Dilma freia crescimento
Oferta de energia não acompanhará projeção para PIB feita por Mantega
No dia 17 de novembro, em uma palestra para industriais, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, previu que o Brasil crescerá 52,9% de 2010 a 2016. Para iluminar esse salto do PIB, o país teria que gerar 63,5% a mais de energia nesse período. Segundo analistas, para cada 1% de crescimento da economia, a oferta de energia precisa crescer 1,2%.
Mas as previsões oficiais de aumento de geração estão bem abaixo desse montante. Para cobrir a diferença, a conta de luz ficará mais cara no país.
As previsões variam de 35% a 38%. Isso com uso crescente de usinas térmicas, mais rápidas de construir mas muito mais caras por unidade de energia gerada.
Vamos queimar mais petróleo e gas em vez de aproveitar o enorme potencial hídrico que o Brasil ainda tem.
Vamos investir dezenas de bilhões (vamos mesmo?) no pré-sal para queimar ainda mais petróleo daqui a quinze anos em vez de construir mais usinas hidroelétricas, que dão energia limpa em cinco anos.
Energia rara, mais cara e mais poluente: esse é o presente que Dilma Rousseff e José Sarney, com a benção de Lula, embrulharam para o país.





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