
O ebook Corrupção de Sarney a Lula pode ser baixado gratuitamente em três formatos:
PDF (para imprimir),
EPUB (para iPad) e
MOBI (para Kindle). Uma versão em inglês (capa acima) está a venda na
Amazon.com.
Guilherme Fiúza viu na onda Luíza o fim da opinião pública tal como conhecemos. Pode ser. E daí?
Nelson Breve, que hoje dirige a Empresa Brasileira de Comunicação, já foi mais exigente em matéria de critérios jornalísticos. Em 2006 ele se incomodava com a falta de checagem de informações.
Em São Paulo, homenageada por Gilberto Kassab, Dilma Rousseff posou de boa moça. Horas depois, em Porto Alegre, deu declarações incompatíveis com a dignidade do seu cargo.
A participação secundária de Dilma num escândalo de corrupção no governo do Rio Grande do Sul mostra o mesmo padrão de conduta que ela segue hoje.
"Intelectual gosta, sim, de caipira. Intelectual não gosta é de ladrão!" O desabafo de FHC sobre Quércia, lembrado por Jorge Bastos Moreno, me fez pensar no amor dos intelectuais pelo operário Lula.
Os meios de comunicação do Rio, começando pela Globo, jogam para cima a cidade deles. Em São Paulo não há nada parecido. Por que será?
Parece que Ruy Castro nunca digitou nem prestou atenção um garoto digitando num celular. Achei um clip para ele ver.
Jintao está certo sobre o perigo da cultura de massas ocidental, em todo caso. Vacilou, ele pode acabar na ala VIP da platéia de um concerto de rock na Praça da Paz Celestial, como seu colega Vladimir Putin no concerto de Paul MacCartney na Praça Vermelha.
Aldo Pereira sugere uma solução mista para a escolha do caça da Força Aérea Brasileira: uma esquadrilha sueca, outra americana. E para a França, nada? Pobre Sarkozy...
Eric Hobsbawn explica por que a velha esquerda ficou de fora dos protestos que varreram o mundo em 2011. O novo motor das revoluções é a classe média, principalmente os jovens estudantes.
A indústria do vinho é uma das boas coisas da globalização. Mais e melhores vinhos, relativamente mais baratos, para nós, plebeus deste planeta.
O real artificialmente valorizado é um verdadeiro programa de transferência de renda - do Brasil para Miami. The New York Times publica flagrantes dessa invasão.
Verônica Serra divulgou a nota que transcrevo a seguir, a propósito do mais recente dossiê - este em forma de livro - fabricado contra o PSDB.
Beto Richa glosa o mantra do PSDB: "Esses anos todos: comunicação, comunicação é o nosso problema. E não conseguem achar o caminho." Por que será?
Graeff, o Kotscho é daqueles profissionais da imprensa como Kennedy Alencar, Alon Feuewerker, que embora tenham a estrela vermelha com o número de inscrição no PT tatuada abaixo das vestes, tentam desesperadamente parecer equilibrados aos olhos de seus leitores.E tendo consciência disso, tudo que eles escrevem mesmo sendo aparentemente favorável à oposição, para mim é objeto de descrença em suas palavras, falso como uma nota de 3 reais. Está na cara que ele quer alertar os “cumpanhero” para as burradas que estão fazendo. Não queria estar na pele dos marqueteiros do PT pois a missão deles é inglória. Se eles conseguirem fazer com que Dilma consiga ao menos falar uma frase completa articulada, com começo, meio e fim, darei meus parabéns a eles. Mss acho que não conseguirão e partirão para o jogo sujo.
Cautela e caldo de galinha não fará nenhum mal à campanha de Serra. Abraços
É isso, tunico. Já encomendamos um conteiner inteiro de frango para o caldo.
Serra mostrou grande equilíbrio e sangue frio antes. agora, tal característica será mais necessária ainda. por um certo momento prevaleceram afoiteza, desencanto e até mesmo desconfianças. Tudo foi superado pela calma exibida pelo pré-candidato. Deve prevalecer mais uma vez. Be cool.
Muito bonito este post, não só o título cinematográfico, quanto a ilustração do famoso quadro” O Grito”. Além disso, o comentário metalinguístico ao post do R. Kotscho, é cortês e elegante. Porém verdadeiro: que foi um alerta do RK, foi!
Como é que pode, de repente alguns jornalistas começam uma transmutação, assim, de repente, não mais que de repente???????